TEATRO da TERRA
criação artística para todos




QUANDO NÓS,
OS MORTOS, DESPERTARMOS
de HENRIK IBSEN
13 A 15 FEVEREIRO
Sexta e Sábado às 21h00
Domingo às 16h00
TEATRO MUNICIPAL
JOAQUIM BENITE, ALMADA
info e reservas 917 433 120 | bilheteira@ctalmada.pt
Em BOL.PT
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/168942-quando_nos_os_mortos_despertarmos-teatro_municipal_joaquim_benite/
Depois de algum tempo expatriado, o escultor Arnold Rubek regressa à Noruega para passar o verão numa estância balnear com a sua esposa Maja, uma mulher que não o satisfaz por não ter sensibilidade artística. Apesar da fama e do sucesso alcançado, Rubek sente uma enorme frustração porque conclui que, ao abrir mão do amor e da felicidade, acabou traindo a sua arte. Nesse momento, reencontra Irene, a mulher que lhe serviu de modelo e inspiração para a criação de uma escultura considerada uma obra prima pelos críticos. Irene tinha-se afastado. Agora, ela acusa-o de lhe ter roubado a alma e sugado a energia vital. A sua vida e os seus sonhos foram destruídos por um artista que expôs a sua nudez como objecto artístico, sem sequer pensar o que isso significaria para ela. Mas este reencontro pode ser uma oportunidade para voltar atrás e corrigir os erros cometidos.
Quando nós, os Mortos, Despertarmos é a última peça escrita pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, em 1899, num ambiente pessimista de fin-de-siécle. A peça evoca os temas recorrentes nas suas obras, como o papel da mulher numa sociedade dominada pelos homens, a oposição entre o realismo e o romantismo e a desconstrução do drama burguês. Como sempre, interessa-lhe perceber a psique das personagens, que se deparam com anseios e desejos que, muitas vezes, elas próprias não compreendem. Muitos críticos vêem em Arnold Rubek um alter-ego do autor que, aos 71 anos, olha para a sua carreira e sente que já está muito longe do seu auge, lamentando, por exemplo, não ter voltado a escrever em verso.
texto HENRIK IBSEN encenação ANTÓNIO SIMÃO
tradução FÁTIMA SAADI e KARL HENRIL SCHOLLHAMMER
com
ANTÓNIO SIMÃO, ERICA RODRIGUES, FILIPE GOMES, MARCELLO URGEGHE,
MARIA JOÃO LUÍS, RODRIGO SARAIVA, SÍLVIA FIGUEIREDO, FILIPE GOMES e
a participação de BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO, CARINA R. COSTA, IRIS LADEIRA
cenografia e figurinos ANA TERESA CASTELO desenho de luz PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação SÍLVIA FIGUEIREDO assistência de produção FILIPE GOMES e CARINA R. COSTA
direcção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2025 M/14
POTNIA THERON
de HÉLIA CORREIA
27 FEVEREIRO A 7 MARÇO
Quarta a Sábado às 21h30
AUDITÓRIO MUNICIPAL DO
FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL
info e reservas 932 195 570 | reservas.teatrodaterra@gmail.com
Bilheteira do Fórum Cultural do Seixal, Biblioteca Municipal e em BOL.PT:
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POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um rasgo, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.
com
MARIA JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO, ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA música original JOSÉ PEIXOTO
desenho de luz, fotografia PEDRO DOMINGOS assistência de encenação BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO
encenação MARIA JOÃO LUÍS
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA direção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026 | M/12



