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QN16
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QN16

TRÍPTICO

direção

RODRIGO SARAIVA e SÍLVIA FIGUEIREDO

10 e 11 JULHO

Sexta às 21h30

Sábado às 16h00 e 21h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO
​FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Tríptico é a apresentação pública que assinala a conclusão de uma ação de formação teatral, reunindo em palco os participantes num momento de partilha artística com a comunidade. 

A apresentação pública desta ação de formação teatral constitui o culminar de um percurso de aprendizagem, experimentação e criação artística desenvolvido pelos participantes ao longo da formação. Mais do que um espetáculo convencional, trata-se de uma mostra performativa que evidencia o processo de construção cénica, a descoberta de diferentes linguagens teatrais e a evolução interpretativa dos formandos.

Através de exercícios, cenas e composições coletivas, o público é convidado a acompanhar o resultado de um trabalho assente na exploração do corpo, da voz, da imaginação e da relação com o outro. Cada momento apresentado reflete o compromisso, a criatividade e a dedicação dos participantes, que transformam a experiência formativa numa partilha artística viva e autêntica.

Esta apresentação celebra o teatro como espaço de expressão, comunicação e desenvolvimento humano, valorizando o processo criativo tanto quanto o resultado final. É um encontro entre intérpretes e público que revela o potencial transformador das artes performativas, promovendo o diálogo, a sensibilidade estética e o espírito de colaboração.

Convidamos o público a acompanhar esta viagem criativa e a descobrir o talento, a dedicação e a paixão de quem fez do palco um espaço de aprendizagem, encontro e partilha.

TEATRO DA TERRA

TRÍPTICO

direção

Rodrigo Saraiva e Sílvia Figueiredo

 

10 e 11 JULHO​​

SEXTA ÀS 21H30

SÁBADO ÀS 16H00 E 21H30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO

FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Trip

PARA ONDE FOI O MEU CORPO?

de ANA LÁZARO

17 SETEMBRO ÀS 15H00

TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

9 OUTUBRO ÀS 21H00

TEATRO MIGUEL FRANCO - FESTIVAL ACASO - LEIRIA

Boyle é um rapaz da Geração Z. Depara-se com um acontecimento inesperado. Perdeu o corpo. Céticos? Pois se podemos ter pele de galinha, pés dormentes, pressão na cabeça… um buraco na barriga… um vazio no peito… Quem diz que esse vazio não pode crescer até fazer o corpo desaparecer completamente?

O mais estranho é que Boyle tem um corpo, mas não é real, é um perfil, um avatar – um outro Boyle – o Boyle virtual que faz tudo o que ele não é capaz de fazer. Ou pelo menos assim parece. É o Boyle_Two_Thousand: a sua identidade virtual, o nome que usa nas redes, para jogar com outros players em rede, para falar com pessoas desconhecidas. O Boyle_Two-Thousand é tudo o que o Boyle queria ser, mas o problema é que só existe quando liga o telefone. Dentro do círculo do Instagram, no ecrã do Tiktok. Sim… O Boyle não é bem o Boyle, é assim uma espécie de Boyle inventado. E agora até ele corre o risco de desaparecer. É que se o Boyle real não existir (na verdade se o Bruno não existir), nem o Boyle _Two_Thousand sobrevive.

Tudo começou quando apanhou uma espécie de piolhos, chamados algoritmos. Os algoritmos pareciam estar dentro da cabeça dele, debaixo do couro cabeludo, às vezes até o despertavam no meio do sono. A quererem entrar pelos sonhos adentro. Foi nesse instante que Boyle percebeu que sem querer os pés, os joelhos, a clavícula (!) tinham começado a desaparecer. Pior que uma pressão como a de milhares de toneladas se abatia sobre a sua cabeça, mesmo naquele pontinho onde nascem os pensamentos. 

Recuperar o corpo não é tarefa fácil. Mas Boyle lembra-se do Pai lhe contar a história dos Escafandristas, que eram capazes de resistir à pressão das profundezas marítimas onde a água e a pressão da atmosfera têm o peso de muitas toneladas!

Em cena as identidades do Boyle Real e do Boyle virtual, cruzam-se e coexistem, e episódios da Escola, Amigos, e Solidão ganham Voz a dois corpos.

 

Ficha Artística e Técnica

 

encenação  Maria João Luís 

com  Bruno Soares Nogueira, Pedro Moldão 

cenografia  Daniela Cardante 

música  Tó Trips  

desenho de luz  Pedro Domingos 

assistência de encenação  Sílvia Figueiredo

assistência de produção  Filipe Gomes, Carina R. Costa 

direção de produção Pedro Domingos 

 

produção  TEATRO DA TERRA    2025    M/12 

POTNIA THERON

de HÉLIA CORREIA

19 SETEMBRO ÀS 21H00

TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.

com 

MARIA  JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO

a voz ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES

encenação  MARIA JOÃO LUÍS

cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA       música original  JOSÉ PEIXOTO

desenho de luz, fotografia   PEDRO DOMINGOS   

assistência de encenação  BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO

assistência de produção  FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA       

direção de produção PEDRO DOMINGOS

produção TEATRO DA TERRA  2026  |  M/12 

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