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LOVE
QN16
Love
QN16

LOVE

de ANA LÁZARO

7 A 16 MAIO

Quinta a Sábado às 21h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO
​FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

info e reservas    

Biblioteca Municipal, Bilheteira do Fórum Cultural do Seixal
e em BOL.PT:
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/176809-love_de_ana_lazaro-aud_m_forum_c_seixal/

Num Mundo altamente conectado, o Amor é uma teia que ainda se revela frágil.

É impossível falar de Amor sem falar de direitos, de relações e imposições sociais.

O Amor ainda é o campo onde em, tantas partes do mundo se lutam por direitos – sobretudo os das mulheres,

dos homossexuais, das pessoas trans. Sejam estes direitos concretos na legislação, sejam eles no combate a amarras de pensamento e dogmatismos vários.

As dinâmicas de híper conectividade da vida virtual - nas quais se encontram grandes benefícios mas simultaneamente perigos e assoberbamento – colocam-nos perante cenários de comparação, a insegurança;

as falsas verdades e desconfiança; solidão – aos quais simultaneamente pertencem mas querem também escapar. Arquiteturas de um mundo digital – uma segunda realidade e uma segunda pele - que parece altamente acolhedor e inteiramente hostil.

com   JOANA PIALGATA, CAROLINA MOURA e o projeto TÁS NA MIRA

encenação, espaço cénico   MARIA  JOÃO LUÍS

vídeo  JOSÉ BUDHA     

música JAIME FILIPE

desenho de luz, fotografia   PEDRO DOMINGOS   

assistência de encenação  SÍLVIA FIGUEIREDO

assistência de produção  FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA       

direção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção  TEATRO DA TERRA  2026  |  M/12 

TEATRO DA TERRA

LOVE

de Ana Lázaro

 

 7 A 16 MAIO

QUINTA A SÁBADO ÀS 21H30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO

FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Lov

POTNIA THERON

de HÉLIA CORREIA

POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.

com 

MARIA  JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO, ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES

encenação  MARIA JOÃO LUÍS

cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA       música original  JOSÉ PEIXOTO

desenho de luz, fotografia   PEDRO DOMINGOS   

assistência de encenação  BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO

assistência de produção  FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA       

direção de produção PEDRO DOMINGOS

produção TEATRO DA TERRA  2026  |  M/12 

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