TEATRO da TERRA
criação artística para todos




TRÍPTICO
direção
RODRIGO SARAIVA e SÍLVIA FIGUEIREDO
10 e 11 JULHO
Sexta às 21h30
Sábado às 16h00 e 21h30
AUDITÓRIO MUNICIPAL DO
FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL
Tríptico é a apresentação pública que assinala a conclusão de uma ação de formação teatral, reunindo em palco os participantes num momento de partilha artística com a comunidade.
A apresentação pública desta ação de formação teatral constitui o culminar de um percurso de aprendizagem, experimentação e criação artística desenvolvido pelos participantes ao longo da formação. Mais do que um espetáculo convencional, trata-se de uma mostra performativa que evidencia o processo de construção cénica, a descoberta de diferentes linguagens teatrais e a evolução interpretativa dos formandos.
Através de exercícios, cenas e composições coletivas, o público é convidado a acompanhar o resultado de um trabalho assente na exploração do corpo, da voz, da imaginação e da relação com o outro. Cada momento apresentado reflete o compromisso, a criatividade e a dedicação dos participantes, que transformam a experiência formativa numa partilha artística viva e autêntica.
Esta apresentação celebra o teatro como espaço de expressão, comunicação e desenvolvimento humano, valorizando o processo criativo tanto quanto o resultado final. É um encontro entre intérpretes e público que revela o potencial transformador das artes performativas, promovendo o diálogo, a sensibilidade estética e o espírito de colaboração.
Convidamos o público a acompanhar esta viagem criativa e a descobrir o talento, a dedicação e a paixão de quem fez do palco um espaço de aprendizagem, encontro e partilha.
PARA ONDE FOI O MEU CORPO?
de ANA LÁZARO
17 SETEMBRO ÀS 15H00
TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA
9 OUTUBRO ÀS 21H00
TEATRO MIGUEL FRANCO - FESTIVAL ACASO - LEIRIA
Boyle é um rapaz da Geração Z. Depara-se com um acontecimento inesperado. Perdeu o corpo. Céticos? Pois se podemos ter pele de galinha, pés dormentes, pressão na cabeça… um buraco na barriga… um vazio no peito… Quem diz que esse vazio não pode crescer até fazer o corpo desaparecer completamente?
O mais estranho é que Boyle tem um corpo, mas não é real, é um perfil, um avatar – um outro Boyle – o Boyle virtual que faz tudo o que ele não é capaz de fazer. Ou pelo menos assim parece. É o Boyle_Two_Thousand: a sua identidade virtual, o nome que usa nas redes, para jogar com outros players em rede, para falar com pessoas desconhecidas. O Boyle_Two-Thousand é tudo o que o Boyle queria ser, mas o problema é que só existe quando liga o telefone. Dentro do círculo do Instagram, no ecrã do Tiktok. Sim… O Boyle não é bem o Boyle, é assim uma espécie de Boyle inventado. E agora até ele corre o risco de desaparecer. É que se o Boyle real não existir (na verdade se o Bruno não existir), nem o Boyle _Two_Thousand sobrevive.
Tudo começou quando apanhou uma espécie de piolhos, chamados algoritmos. Os algoritmos pareciam estar dentro da cabeça dele, debaixo do couro cabeludo, às vezes até o despertavam no meio do sono. A quererem entrar pelos sonhos adentro. Foi nesse instante que Boyle percebeu que sem querer os pés, os joelhos, a clavícula (!) tinham começado a desaparecer. Pior que uma pressão como a de milhares de toneladas se abatia sobre a sua cabeça, mesmo naquele pontinho onde nascem os pensamentos.
Recuperar o corpo não é tarefa fácil. Mas Boyle lembra-se do Pai lhe contar a história dos Escafandristas, que eram capazes de resistir à pressão das profundezas marítimas onde a água e a pressão da atmosfera têm o peso de muitas toneladas!
Em cena as identidades do Boyle Real e do Boyle virtual, cruzam-se e coexistem, e episódios da Escola, Amigos, e Solidão ganham Voz a dois corpos.
Ficha Artística e Técnica
encenação Maria João Luís
com Bruno Soares Nogueira, Pedro Moldão
cenografia Daniela Cardante
música Tó Trips
desenho de luz Pedro Domingos
assistência de encenação Sílvia Figueiredo
assistência de produção Filipe Gomes, Carina R. Costa
direção de produção Pedro Domingos
produção TEATRO DA TERRA 2025 M/12
POTNIA THERON
de HÉLIA CORREIA
19 SETEMBRO ÀS 21H00
TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA
POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.
com
MARIA JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO
a voz ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES
encenação MARIA JOÃO LUÍS
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA música original JOSÉ PEIXOTO
desenho de luz, fotografia PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA
direção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026 | M/12



