TEATRO da TERRA
criação artística para todos
POTNIA THERON
de HÉLIA CORREIA
encenação MARIA JOÃO LUÍS
com
MARIA JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO,
ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
música JOSÉ PEIXOTO
desenho de luz, fotografia PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA
direcção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026 M/12










POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.
LOVE
de ANA LÁZARO
encenação MARIA JOÃO LUÍS
com
JOANA PIALGATA, CAROLINA MOURA
eo projecto TÁS NA MIRA
coordenadora INÊS MARCELINO
ISABELA JOÃO, ROSLBA MPANG, VANECIA RODRIGUES
encenação, espaço cénco MARIA JOÃO LUÍS
vídeo. JOSÉ BUDHA
música JAIME FILIPE
desenho de luz, fotografia PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação SÍLVIA FIGUEIREDO
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA
direcção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026 M/12
Num Mundo altamente conectado, o Amor é uma teia que ainda se revela frágil. É impossível falar de Amor sem falar de direitos, de relações e imposições sociais. O Amor ainda é o campo onde em, tantas partes do mundo se lutam por direitos – sobretudo os das mulheres, dos homossexuais, das pessoas trans. Sejam estes direitos concretos na legislação, sejam eles no combate a amarras de pensamento e dogmaGsmos vários. As dinâmicas de híper conecGvidade da vida virtual - nas quais se encontram grandes beneJcios mas simultaneamente perigos e assoberbamento – colocam-nos perante cenários de comparação, a insegurança; as falsas verdades e desconfiança; solidão – aos quais simultaneamente pertencem mas querem também escapar. Arquiteturas de um mundo digital – uma segunda realidade e uma segunda pele - que parece altamente acolhedor e inteiramente hostil.














A POLICIA
de SLAWOMIR MROZEK
encenação MARIA JOÃO LUÍS
com
FRANCISCO VISTAS, MARCANTÓNIO DEL CARLO, PEDRO MOLDÃO
RODRIGO SARAIVA, SILVIA FIGUEIREDO, FILIPE GOMES
tradução FERNANDO VILLAS-BOAS
cenografia e figurinos ANA TERESA CASTELO
desenho de luz PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação SÍLVIA FIGUEIREDO
assistência de produção FILIPE GOMES e CARINA R. COSTA
direcção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026
É uma famosa peça do escritor polaco Slawomir Mrozek, escrita em 1958, que satiriza o totalitarismo e o absurdo burocrático através da história de uma força policial que, sem inimigos políticos, cria um para inventar um inimigo e justificar a sua existência, levando a situações ridículas de prisões e solturas mútuas.
É uma obra-chave do Teatro do Absurdo.