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Quando nós os mortos
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Quando nós os mortos
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Quando nós os mortos

ACOLHIMENTO DO TEATRO DOS ALOÉS

PERCEPÇÕES

a partir de MIHAELA MICHAILOV

e testemunhos recolhidos pelos actores

24 JANEIRO

Sábado às 21h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO
FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

info e reservas    932 195 570    |    reservas.teatrodaterra@gmail.com

Em BOL.PT: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/170574-percepcoes_a_partir_de_mihaela_michailov-aud_m_forum_c_seixal/

 

Percepções é uma criação work in progress. Parte de um questionamento sobre temas quentes da actualidade como a imigração, a intolerância, o papel das redes sociais na disseminação do ódio. Reflete sobre o papel da Arte e da solidariedade na construção de um mundo mais equitativo e justo.

Regressámos à visão maniqueísta do mundo. A velha luta entre o Bem e o Mal reanima-se, as fações reorganizam os seus exércitos e o espaço virtual oferece um terreno fértil de propagação rápida.

Que caminho nos trouxe até aqui? Aqui onde? Um espaço físico ou o feed incessante de desinformação?

O discurso de ódio incendeia as redes, alimentado pela ascensão de partidos populistas com as suas velhas fórmulas de divisão e segregação. A intolerância ganha força, aparenta ter mais capacidade de incendiar os nossos corações do que a tolerância, a solidariedade e a partilha. A democracia enfrenta o seu maior teste: terá capacidade de resposta neste novo mundo em que o que nos separa se sobrepõe ao que nos une? O outro que chega em busca de uma vida melhor, apanhado nas redes de tráfico humano, desfila ao nosso lado perante a nossa estoica indiferença.

Questionamos a nossa humanidade face à supremacia

iminente da Inteligência Artificial, mas o que significa "humanidade" quando a solidariedade e a empatia são vistas como uma fraqueza?

Esta criação é um espelho da nossa vertigem: o que nos divide? O que nos resta quando as Percepções substituem os factos? E qual é, afinal, o papel da Arte na busca urgente por empatia e solidariedade?

 

encenação  ELSA VALENTIM

com 

CARLOS MALVAREZ, GRACIANO AMORIM, JOANA BATALHA,

PATRÍCIA ANDRÉ, RITA DIAS, SARA AZEVEDO 

Cenografia Gabi Albu | Desenho de Luz, Fotografia e Vídeo Aurélio Vasques | Execução de Cenário e Design Gráfico João Rodrigues | Assistência de Encenação Rita Dias | Assessoria de Imprensa Sofia Peralta | Operação Técnica Gi Carvalho| Direção de Produção Daniela Sampaio | Produção Executiva e Divulgação Marco Trindade | Divulgação e Mediação de Público Graciano Amorim e Patrícia André | Produção Teatro dos Aloés 2025  | M/12

QUANDO NÓS,
OS MORTOS, DESPERTARMOS

de HENRIK IBSEN

13 a 15 FEVEREIRO

Sexta e Sábado às 21h00 
Domingo às 16h00

TEATRO MUNICIPAL
JOAQUIM BENITE, ALMADA

info e reservas    917 433 120    |    bilheteira@ctalmada.pt

Em BOL.PT

https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/168942-quando_nos_os_mortos_despertarmos-teatro_municipal_joaquim_benite/

Depois de algum tempo expatriado, o escultor Arnold Rubek regressa à Noruega para passar o verão numa estância balnear com a sua esposa Maja, uma mulher que não o satisfaz por não ter sensibilidade artística. Apesar da fama e do sucesso alcançado, Rubek sente uma enorme frustração porque conclui que, ao abrir mão do amor e da felicidade, acabou traindo a sua arte. Nesse momento, reencontra Irene, a mulher que lhe serviu de modelo e inspiração para a criação de uma escultura considerada uma obra prima pelos críticos. Irene tinha-se afastado. Agora, ela acusa-o de lhe ter roubado a alma e sugado a energia vital. A sua vida e os seus sonhos foram destruídos por um artista que expôs a sua nudez como objecto artístico, sem sequer pensar o que isso significaria para ela. Mas este reencontro pode ser uma oportunidade para voltar atrás e corrigir os erros cometidos.

Quando nós, os Mortos, Despertarmos é a última peça escrita pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, em 1899, num ambiente pessimista de fin-de-siécle. A peça evoca os temas recorrentes nas suas obras, como o papel da mulher numa sociedade dominada pelos homens, a oposição entre o realismo e o romantismo e a desconstrução do drama burguês. Como sempre, interessa-lhe perceber a psique das personagens, que se deparam com anseios e desejos que, muitas vezes, elas próprias não compreendem. Muitos críticos vêem em Arnold Rubek um alter-ego do autor que, aos 71 anos, olha para a sua carreira e sente que já está muito longe do seu auge, lamentando, por exemplo, não ter voltado a escrever em verso. 

 

texto  HENRIK IBSEN             encenação  ANTÓNIO SIMÃO

tradução  FÁTIMA SAADI e KARL HENRIL SCHOLLHAMMER 

com 

ANTÓNIO SIMÃO, ERICA RODRIGUES, FILIPE GOMES, MARCELLO URGEGHE,

MARIA JOÃO LUÍS, RODRIGO SARAIVA, SÍLVIA FIGUEIREDO

a participação de BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO, CARINA R. COSTA, IRIS LADEIRA,

CLARICE MARQUES, DEOLINDA SOARES, JOÃO RIBEIRO

cenografia e figurinos  ANA TERESA CASTELO       desenho de luz  PEDRO DOMINGOS 

assistência de encenação  SÍLVIA FIGUEIREDO    assistência de produção  FILIPE GOMES e CARINA R. COSTA

direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção  TEATRO DA TERRA     2025     M/14

TEATRO DA TERRA

QUANDO NÓS, OS MORTOS, DESPERTARMOS

de Henrik Ibsen

 

 13 a 15 FEVEREIRO

SEXTA E SÁBADO ÀS 21H00

Domingo às 16h00

TEATRO MUNICIPAL

JOAQUIM BENITE, ALMADA

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